sábado, 11 de novembro de 2017

“And I feel like Gucci...”





Sejam todos bem-vindos ao espetáculo dos espetáculos. Preparem se para se impressionar, se encantar e até mesmo, se emocionar. Aquela de quem vos falo é uma pessoa que esteve distante por muito tempo, mas que pretende estar cada vez mais presente na vida de seu amado público.
Luna García, nascida em 05 de outubro de 1996. Eternamente acostumada com luzes, holofotes e o brilho das grandes cidades. Aquela que dança toda e qualquer música, em um solo ou acompanhada, assistida ou completamente solitária. Aquela que aos cinco anos, sambava em frente à televisão, assistindo ao carnaval carioca, e aos oito, queria ser bailarina. Que fez aulas de dança de 2008 a 2014, mas que nunca deixou de se apresentar. A dança é a sua forma de afastar a tristeza. Sem ela, Luna simplesmente não consegue existir. Jazz, street dance, salsa, valsa ou dança do ventre, a todos envolve com sua forma apaixonada de ver o mundo.
Nunca leva desaforo para casa. Ela decide o que fazer, quando fazer e como fazer. Dona do próprio nariz, tem autoridade sobre o próprio corpo, da ponta dos pés, até dos cabelos, a raiz. Teimosa, escandalosa... maravilhosa. Tem prazer em seduzir e ser desejada, ela consegue transformar qualquer coisa em uma divertida cantada. Se der certo, ótimo. Se não, o mau gosto alheio não é sua culpa. Sua cor favorita é o vermelho, que é a cor de seu batom favorito. Completamente narcisista, do tipo que tira 500 fotos e manda a todos os amigos, só para inflar ainda mais o seu ego. Nunca sai de casa desarrumada. Onde passa é notada, seja por bons ou melhores motivos. Usa a roupa que quiser, independente da ocasião. Ninguém é capaz de pará-la. Não gostou? Segue o baile. Ela não está aqui para agradar ninguém.
Por baixo de todo esse egocentrismo, está uma mulher que muito ama e apenas quer ser amada de volta. Intensa ao extremo. Se amar demais fosse um crime, teria pegado prisão perpétua. Atualmente, ela é dona dos próprios coração e mente. Não é boneca, para deixar que brinquem com seus sentimentos. Se apaixona com facilidade, mas desiste na mesma rapidez. Já que não são todos que sabem lidar com a sua majestosidade. Mas no passado, chorou por amor diversas vezes. Todavia, não se permitiu sofrer por muito tempo. Logo ligava uma música animada e começava a se movimentar. Afinal:

“We only got one life, so let's go hard till the day we die,
No broken hearts in the club, more drinks pour it up,
Cause we gon get it poppin' tonight”

 Indecisa, preguiçosa e espaçosa. Não é bagunceira, apenas adora um caos organizado. Sabe onde tudo está, mas insiste em procurar nos lugares errados. Errada? Nunca. Apenas tem uma opinião contrária a razão. Adora ser o centro das atenções, esbanja brilho e glamour. Apesar disso, é aquela que vai fazer de tudo para animar e colocar os amigos para cima.
Sua playlist de músicas vai do funk e kpop, ao axé, eletrônica e pop. Ela pode não conhecer a música, mas vai conseguir inventar uma coreografia. Larga o que estiver fazendo no momento para dançar. Se pudesse, estaria estudando Dança na UFRJ, mas nem tudo são flores na vida da nossa grande estrela. A dança é a sua vida, e a literatura o seu complemento. Escreve sobre amores vividos, sonhados, sonhos malucos, noites surreais e beijos roubados. Ela é muito para ser descrita em apenas um texto, por isso, pode esperar que logo mais voltará para vos impressionar. Tem um universo inteiro dentro de si. Ela sou eu. E eu sou várias, sou todas, sou uma. Sou Luna.



Luna G.

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