sexta-feira, 27 de julho de 2018

Vocês não sabem como é bom estar de volta: 1º aniversário do Blog



Olá meus lindos amigos, como vocês estão? Hoje o blog está fazendo um ano e nada melhor para comemorar do que com uma postagem. Antes de qualquer coisa, eu quero avisar que há duas maneiras de ler os textos aqui postados: você pode visualizar pelo layout para computador, que é lindo; ou pela versão móvel, que é escura e perfeita para quem sensibilidade à luz. Eu senti tanto a falta de escrever, de desabafar, de dar conselhos, ou seja, de estar aqui. Muitas coisas se passaram desde a minha última postagem e eu sinto que preciso ser honesta sobre tudo o que aconteceu, sobre as razões de eu ter começado a escrever, sobre o meu primeiro hiato, as primeiras mudanças, os heterônimos e o que me fez parar de aparecer por aqui. Eu vou tentar ser o mais breve possível, mas já adianto que tenho muitas coisas importantes a dizer, então peço que tenham paciência pois tudo que lhes contarei nesta postagem é inteiramente pessoal e muitíssimo importante para mim. Então se me consideram como amiga ou simplesmente como alguém com o qual se preocupam, peço que leiam até o fim. Eu tentei gravar um vídeo, mas ele ultrapassou 30 minutos, então eu achei melhor escrever.
Há exatamente um ano, eu criei esse blog, que se chamava “Te Gabando”. Minhas intenções eram falar sobre Jesus, exaltar o nome de Deus e alcançar as pessoas com o santo Evangelho. Neste período eu estava mantendo uma ótima relação com o Pai e com as pessoas ao meu redor. Todavia, logo após o meu aniversário de 19 anos, as coisas começaram a se complicar. Eu estava enfrentando alguns problemas e quando surgiu o setembro amarelo, eu vi ali uma oportunidade para ajudar pessoas que assim como eu, estavam passando por tempestades. Antes do fim do mês, eu tive uma séria discussão com uma pessoa, e ela havia me chamado de hipócrita.
Aquilo me machucou bastante e a partir daí eu decidi fazer um jejum de carne, em prol da conversão dos meus amigos e familiares. Só que ao invés de sentir falta, eu comecei a gostar de não comer. Entre o fim do meu ensino médio e o início do meu 1° semestre em Artes Visuais, houve uma pausa de quase 5 meses na qual eu fiquei enfornada entro de casa sem fazer praticamente nada (de dezembro de 2015 a maio de 2016). Naquela época eu não estava me sentindo nada confortável com meu corpo, então eu resolvi fazer algumas dietas. Eu procurei bastante e acabei encontrando um grupo no WhatsApp apenas com integrantes que possuíam algum transtorno alimentar. Ali as pessoas realmente motivavam umas às outras e eu confesso que não me senti confortável naquele meio. Eu perdi uns 6 quilos em duas semanas e depois sai do grupo.
Em outubro de 2017 eu procurei novamente e encontrei mais informação ainda. Quando eu me dei conta, eu havia instalado um aplicativo para contar as calorias que eu consumia, outro para as calorias que eu gastava, inundado minha galeria com fotos de garotas excessivamente magras, entrado em 11 grupos no WhatsApp de pessoas com T.A., colocado senha no celular, transformado minha conta no Twitter em um mural a respeito do meu corpo e as minhas dietas. Honestamente, eu sabia muito bem o que estava fazendo, eu só não sabia onde tudo isso iria parar.
Como havia um concurso de dança na época, eu utilizava isso como desculpa para fazer exercícios físicos trancada em meu quarto. Passava horas dançando, repetindo séries de exercícios que eu encontrava no Instagram, nos grupos do WhatsApp e no Youtube. Acredite, encontrar esse tipo de informação é mais fácil do que parece. Eu pesava uns 61kg e como eu tenho 1,75cm de altura, eu não estava acima do peso, entretanto a minha visão parecia se distorcer mais e mais a cada dia que passava. Eu perdia peso, mas sempre que eu me olhava no espelho conseguia achar inúmeros defeitos. Eu não conseguia sair na rua ou usar alguma peça de roupa qualquer sem me sentir desconfortável. Eu usava uma mascara para ninguém desconfiar e me destruía diariamente. Eu não fiquei nada contente com a minha performance no concurso de dança, e de repente eu comecei a atribuir cada fracasso em minha vida ao meu peso. Nunca era o bastante, eu queria chegar aos 45kg, viva ou morta. Cheguei a procurar séries e filmes que abordavam algum transtorno alimentar e aos poucos minha vida começou a se resumir em números: na balança, na fita métrica, na tabela de calorias e em todo lugar.
Eu com 52kg


Quando eu voltei com o blog, eu estabeleci as primeiras mudanças. Me dividi em cinco e criei heterônimos para evitar assumir responsabilidades. Era mais fácil distribuir o peso, do que colocar tudo nas minhas costas. Essa era uma forma de me contrariar e agradar a todos. Eu não mantinha uma relação com Deus, mas não queria me desligar completamente Dele. Eu não sabia o que queria fazer, então ao invés de decidir entre caminhar com Jesus ou estar com o mundo, eu simplesmente me coloquei em cima do muro e ali permaneci. Eu me sentia muito errada e suja para retornar, mas não conseguia mais continuar vivendo daquele jeito.
Nesse período eu estava cursando meu primeiro semestre no curso de Letras - Português/Inglês da UFMS. Como as disciplinas eram ofertadas no período matutino eu só pude cursar Politicas Educacionais, que acontecia nas terças a tarde. Eu desenvolvi um amor imenso pela professora e pelo conteúdo. Tanto que a professora solicitou que nos dividíssemos em duplas e escrevêssemos um artigo cientifico. Como eu não conhecia ninguém na turma, eu preferi fazer sozinha. Eu passei um mês escrevendo um artigo de 23 páginas, e eu nem sabia o que iria sair daquilo. No fim, a professora gostou tanto ao ponto de recomendar que eu o publicasse. Eu ainda mantenho contato com ela, e pretendo publicar meu trabalho um dia.
Em dezembro eu participei do desafio “Blogmas 2017”, que consistia em postar diariamente, do dia 1 ao dia 24 de dezembro. Eu confesso que me esqueci completamente do desafio até ele começar, então eu não consegui me programar antecipadamente. Eu realmente postava diariamente, o que me atrapalhou muito de certa forma. Mas ainda assim eu fiquei muito feliz com o meu desempenho. Na época eu mantinha contato com os membros da Corte Vermelha, que são blogueiros fantásticos com quem já tive a oportunidade de trocar cartas em projetos que fizemos no Halloween e no Natal. Sinto muito a falta deles, de verdade.
Quando entrei de férias, fui visitar minha avó com minha mãe e irmão mais novo. Eu já contei a história dela aqui, mas para resumir: minha avó materna passou 40 dias em coma em 2016 por conta de uma pneumonia, e depois disso ela não podia mais viajar para nos ver, como ela costumava fazer, então íamos até ela. Eu passei o natal na casa de minha avó e quando minha mãe retornou para casa com Pedrinho, eu decidi ficar mais um tempo por lá cuidando de minha avó. Em já havia feito isso entre o fim de 2016 e o começo de 2017, e como minha avó parecia estar melhor, eu preferi ficar com ela. Dona Albina não podia tomar banho, cozinhar, limpar a casa ou sair desacompanhada. Ela dependia de botijões de oxigênio, que utilizava varias vezes ao dia e remédios. Em algumas vezes, minha avó tinha lapsos de memória, chegando ao ponto de acordar depois de um cochilo e não reconhecer a própria casa. Houveram momentos nos quais ela não sabia diferenciar o dia e a noite, o que quase a fez ingerir remédios a mais. Ela acordava de madrugada para ir ao banheiro e quando voltava, não sabia recolocar o tubo de oxigênio. Ela realmente precisava de cuidados, e é para isso que eu estava lá.




Eu fui para a casa de minha avó deprimida. Eu sofria de insônia e estava enfrentando um transtorno alimentar, o que me fez procurar ajuda. Entretanto, eu menti para a minha psicóloga que a insônia me fazia compensar a falta de sono na alimentação, o que a fez me recomendar um psiquiatra para que eu passasse a tomar remédios para dormir. Eu consegui os calmantes e passei uma semana tomando-os, até que minha mãe teve que voltar para Campo Grande e eu ficar em Amambai com minha avó. Como eu precisava ficar vigiando minha avó materna 24 horas por dia, eu parei de tomar os remédios.
Antes de ir para lá, eu havia decidido tirar férias das redes sociais exceto o Twitter, que era meu muro das lamentações. Mas quando minha mãe voltou, eu precisei voltar para o WhatsApp para poder me comunicar com a minha família. Só que ao invés de usar meu tempo livre para me comunicar com minha família, eu usava meu tempo para conversar com uma amiga e um amigo que eu tinha. Minha amiga quase perdeu o melhor amigo em uma tentativa de suicídio em dezembro de 2017, então eu tentava conversar com ela sempre que podia, para tentar ajudar de alguma forma. Nesse período, eu comecei a perceber o quão errado era a minha obsessão pelo corpo perfeito e eu já havia compartilhado com algumas pessoas o que estava fazendo, em busca de ajuda. Eu e essa amiga fizemos um juramento no ano novo de que iriamos nos cuidar, só que no fim nenhuma de nós cumpriu a promessa. Já o meu amigo e eu começamos a nos tornar muito íntimos e passávamos de duas a três horas nos falando ao telefone de madrugada. Foi depois de uma dessas chamadas que eu mandei umas mensagens para minha amiga. Já tinha passado das 2h da manhã, eu acho. E foi nesse momento que eu descobri que ela estava tentando se matar. Imagine estar a mais de 400km de uma das pessoas que você mais ama e sentir que você vai perde-la? Naquele momento eu entrei em desespero e comecei a chorar. A minha primeira reação foi clamar a Deus e pedir que Ele a salvasse, e a segunda foi procurar ajuda. Eu mandei uma mensagem para um amigo que temos em comum, e enquanto ele ligava para ela eu achei o número da mãe dela no perfil do Facebook, e a avisei do que estava acontecendo. Ela me manteve atualizada da situação até que minha amiga pudesse voltar para casa e me contatar, o que me manteve um pouco mais tranquila.
O combinado era: eu cuidaria da minha avó até minha tia voltar de viagem, e depois eu voltaria para Campo Grande. Só que minha tia não conseguiu voltar a tempo, e eu precisava voltar para me organizar para o inicio das aulas. Então eu tive que deixar minha vó com meu tio, sua esposa e meus primos, e retornei para minha casa. As primeiras coisas que eu fiz foram visitar minha amiga e sair com meu amigo. Eu estava contente em vê-la bem e eu comecei a namorar o meu amigo. Tudo estava funcionando muito bem, até que no dia 27 de janeiro de 2018, eu tive um surto e ingeri remédios para tentar me matar. Isso não era pela minha amiga, por meu namorado ou qualquer outra pessoa. Na verdade, isso era a soma de problemas de saúde físicos, psicológicos, emocionais e espirituais, que resultaram em uma tentativa de suicídio. Depois de algumas horas, eu menti para meus pais que estava passando mal e fui ao pronto socorro. Lá eles perceberam o que estava acontecendo e chamaram minha mãe, que cuidou de mim. Eu passei a noite em observação e, na tarde do dia seguinte fui encaminhada à um CAPS, que é um Centro de atendimento psicológico e psiquiátrico do SUS. Eu passei pela triagem e fui internada.
A partir daí que começa a maior experiencia que eu já tive na minha vida. Confesso que no começo eu me senti desconfortável, por estar longe de casa, mas pela primeira vez eu estava em um lugar no qual haviam pessoas realmente preocupadas comigo, que se propunham a dialogar e principalmente, me ouvir. Foi lá que eu confessei meu “problema alimentar”, aceitei as consequências dos meus atos e assumi que precisava de ajuda; que eu realmente encarei meus pais e contei o que se passava em meu coração; lá que eu me afastei totalmente das redes sociais e passei a ter diálogos verdadeiros; foi lá que eu percebi quem só estava comigo para os bons momentos, e quem realmente me amava; que eu voltei a ler a Bíblia, louvar e adorar a Deus da forma mais real e intensa que eu poderia imaginar; foi naquele lugar que eu fiz amigos sinceros, me diverti e voltei a ser criança.
Alguns momentos merecem ser lembrados, como as oficinas de pintura, a festa de carnaval em que eu fui a DJ, as noites assistindo novela, as tardes em que eu cantava louvores e dançava da forma mais engraçada possível para animar uma das minhas colegas de quarto, e tantos outros. Eu dou risada quando me lembro dos momentos em que jogávamos UNO no corredor como uma desculpa para orarmos juntos. Era uma união entre mim, que era da Batista, um amigo da Congregação Cristã no Brasil, uma pastora da Assembleia de Deus e uma senhora católica. Ficar sem meu celular me permitiu refletir com mais clareza, passar mais tempo com Deus, ter conversas verdadeiras e realmente aproveitar a companhia das pessoas.
Mas houve um dia, no qual meu pai me visitou e disse que minha mãe teve que viajar para cuidar de minha avó, que estava doente. A partir daí eu comecei a orar por ela com mais intensidade. Quando minha mãe retornou, eu tive alta e retornei para casa, justamente no segundo dia de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Muita gente não sabe, mas eu acompanho a Beija Flor de Nilópolis desde que me entendo por gente. No dia da apuração, eu e meu pai assistimos pela televisão e eu simplesmente não pude me conter quando a Beija Flor foi campeã do carnaval de 2018. Eu havia combinado com minha mãe de não usar as redes sociais até o dia 15 de fevereiro. Só que por conta da euforia, eu comecei a postar status no WhatsApp sem nem me dar conta disso. No dia anterior, eu havia visto no celular da minha mãe, uma foto de minha avó que minha tia havia postado no facebook, e então eu questionei minha mãe sobre o fato de minha tia dizer sentir saudades de minha avó, afinal ela já tinha retornado para casa, certo?
Eu me lembro de estar sentada na mesa, postando status sobre a Beija Flor, quando minha mãe se aproximou e me perguntou como eu me sentia. Eu disse que estava muito feliz, então ela pegou em minha mão, olhou em meus olhos e disse “Quando eu fui à casa da sua vó, Deus recolheu ela”. No dia 6 de fevereiro, no dia em que minha mãe foi viajar, minha vó havia morrido. Eu orei por ela, pedi pra Deus a proteger, sendo que ela já nem estava mais aqui. Eu fui saber disso, no dia 14 de fevereiro, 3 dias antes do aniversário dela. Eu não pude ir ao funeral, eu não a vi porque estava internada. Quando eu paro para pensar nisso, eu me recordo da imagem dela sentada na varanda de sua casa, usando um vestido verde e me vendo ir embora ou até mesmo do dia em que fomos a igreja juntas, e por mais que ela não estivesse conseguindo ler a Bíblia ou seu hinário, ela estava feliz pelo simples fato de me ter ao seu lado. Eu sempre pensei que se algo desse errado, eu poderia ir morar com ela, cuidar dela. Mas a única coisa que restou foi uma casa vazia. Por muito tempo eu fiquei me sentindo culpada por tê-la deixado. “Se eu estivesse lá, talvez ela não teria morrido”. Hoje eu vejo que fiz o meu melhor para deixa-la feliz e que para onde quer que eu vá, ela vai estar me acompanhando.




Em homenagem a ela, eu fui em um culto na Congregação Cristã no Brasil que fica perto de minha casa. Quando eu tinha 12, 13 anos de idade, eu lembro de congregar com ali com ela. Por mais que ela não morasse aqui, todos ali a conheciam, das vezes que ela havia vindo nos visitar. Ali todos me acolheram e prestaram suas homenagens a minha avó, e isso me deixou muito feliz. Depois de algum tempo, eu comecei a sentir dúvidas no meu coração, e foi quando eu pedi uma orientação de Deus, sobre em qual igreja eu deveria permanecer, que Ele me direcionou para a Congregação Cristã. Eu não me arrependo em momento algum de entrar ou de sair da Igreja Batista, na verdade eu tenho meus amigos de lá como uma segunda família, com quem eu sempre poderei contar.

Amigos da Igreja Batista

Amigas da Congregação



No começo foi difícil, mas olhando para trás, eu vejo que entrar para a CCB, foi uma das melhores decisões que eu poderia ter tomado. Além de me sentir acolhida, a parte mais encantadora disso tudo foi começar a fazer aulas de órgão. Eu sempre fui apaixonada por piano e teclado, mas nunca tive a oportunidade de aprender. Estudar música, aprender sobre partitura, fazer exercícios práticos, era tudo um sonho. Todavia, eu não tinha como treinar em casa, por não ter o instrumento, então meu desempenho era regular. Até que um dia, uma irmã da igreja que também faz aulas de órgão e assim como eu, faz parte da equipe de limpeza da igreja nas sextas feiras, me ligou perguntando se poderia ir a minha casa. Estava tarde, mas eu concordei. Depois de alguns minutos ela parou o carro no meu portão, me chamou e me pediu para olhar no banco de trás. Sim, ela estava me emprestando um teclado para eu treinar em casa. Eu não conseguia parar de chorar de felicidade.



Minhas aulas começaram no dia 19 de fevereiro, e esse foi um semestre muito difícil. Eu ingressei no curso em julho de 2017, mas eu só passei a cursar as matérias do 1º semestre em 2018, pois elas só são ofertadas no começo do ano. Eu era caloura, mas não era caloura. Em Artes Visuais eu não tinha tanto material para ler, assimilar, estudar, resumir, resenhar. Eu nunca fui uma pessoa organizada, então ter uma rotina de estudos é a última coisa que as pessoas poderiam esperar de mim, até agora. Logo no trote, eu já fiz amizade com uma guria fantástica, que se chama Thayna. Eu percebi que muitos alunos se sentiam perdidos por ingressar a partir da 3ª, 4ª chamada, então depois de fazer amizade com um anjinho que as pessoas costumam chamar de Emmilly, eu passei a resumir os conteúdos das aulas e passar para os alunos que faltavam ou que entraram depois, e quando as chamadas acabaram, eu parei de resumir as aulas. Como eu estou na UFMS desde 2016, eu ajudo meus amigos sempre que posso, por já estar familiarizada com o ambiente.

Igor, Thayna e eu no trote


Houve um dia no qual eu percebi um aluno novo na turma. Assim que nos encaramos eu notei que nos conhecíamos. Daniel e eu nos conhecemos desde 2008, quando ele estudava e treinava volley com meu irmão mais velho. E assim nasceu o meu squad: Daniel, de 1997, eu de 1998, Thayná, de 1999 e Emmilly, de 2000. Os maiores opostos possíveis que se complementam, de uma certa forma. Mas também não posso me esquecer dos meus amorzinhos especiais, que são: Bruna, A. Eduardo, Beta, Hianka, B. Gabrielly, Igor e Ana Luísa. Eu sou praticamente apaixonada por todos os colegas da minha turma, então se eu for citar cada amigo meu aqui, esse texto vai ficar mais extenso ainda. Então se você estuda comigo, saiba que eu te amo.

Eu, Thayná e Emmilly

Eu, Thayna, Daniel e Emmilly


A parte mais complicada de estar em uma universidade e ser cristã é estar no mundo, mas não pertencer ao mundo. Eu sempre fui acostumada a ser a inteligente/feia do rolê, então como o tempo é o melhor remédio e ele me transformou em uma 10/10, eu usava qualquer desculpa para me exibir, porque se tem uma coisa que eu gostava é de ser desejada. Mas de repente eu não podia e não deveria mais agir assim. Como eu estou solteira desde fevereiro, eu comecei a querer ser o centro das atenções a todo custo. Não importava se eu estudo a tarde e vou andando para a faculdade, eu usava o máximo de maquiagem possível, e a roupa mais chamativa que eu tivesse. Só que, tem coisas que eu aprendi depois da minha conversão, como:

“Como o anel de ouro em focinho de porco, assim é a mulher bonita mais indiscreta” – Provérbios 11:22

“A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme o Senhor será elogiada” – Provérbios 31:30

                Depois da internação, eu me senti muito confusa quanto a quem eu era e quem eu queria ser. Eu não queria mais ser obcecada com o meu corpo ou viver longe de Jesus, mas eu também não sabia quem eu queria me tornar. Eu queria estar com Deus, mas viver como qualquer outra pessoa que não o conhece. Eu dizia que me amava, mas a cada ofensa eu me trancava no banheiro, me machucava, me punia por simplesmente existir. Eu dizia confiar Nele, mas eu me desesperava quando surgia algum problema. Eu dizia caminhar com Ele, mas o negava a cada esquina. Eu dizia esperar Nele, mas queria ficar com os garotos que eu via. Só que como em todo relacionamento, é preciso ceder algumas vezes.
                No dia 28 de abril de 2018, eu passei pelo batismo, e a partir dai a minha vida mudou. Eu escolhi me decidir por Jesus, antes que fosse tarde demais, mas ao mesmo tempo, eu invejava as pessoas que viviam inconsequentemente, sem preocupações. Depois disso, eu consegui um estágio na Biblioteca da universidade. De 160 pessoas, haviam 3 vagas e eu havia conseguido. Aquele é um dos lugares que eu mais amo no mundo, e trabalhar lá me fez um bem muito grande. Eu me dava bem com meus colegas de trabalho, tinha amigas ali e passava a manhã inteira com livros. Quando eu pensei estar bem, conheci um rapaz de outra congregação. Ele era bonito, engraçado, confiante, cavalheiro, e parecia gostar de mim também. Nós conversávamos diariamente e eu realmente sentia que tudo estava finalmente dando certo na minha vida. Notas boas, amigos verdadeiros, minha família estava bem, um garoto legal, um emprego, ou seja, tudo estava perfeito. Só que do nada, tudo me foi tirado. Minhas notas caíram, minha família teve problemas, o garoto me machucou, eu perdi o meu estágio por problemas com a documentação e alguns amigos me abandonaram quando eu mais precisei deles.

Confraternização na Biblioteca


Eu tive muitos problemas nesse semestre, mas acredito que o pior deles foi ficar sem meus remédios. Em junho, meus remédios acabaram, minha receita tinha vencido, eu só teria uma consulta com a minha psiquiatra em julho e eu não tinha dinheiro para comprar. A última vez que eu vi minha psicóloga foi em maio, então de repente eu entrei em desespero. Eu tinha pessoas com quem contar, mas eu não enxergava isso. Notas caindo, eu voltei a odiar meu corpo, me sentia carente, eu não conseguir falar com Deus por achar que eu não merecia ser amada por Ele, e de repente, tudo o que eu havia construído, começou a desmoronar. Eu ignorei as minhas escolhas, e passei a agir impulsivamente, porque eu pretendia tentar me suicidar, de novo.
                A garota que se decidiu por Jesus, depois de um tempo não sabia mais quem era. Não importava o que as pessoas me diziam, eu não queria mais continuar tentando. Eu fui parando de ir à igreja, até que eu me levantei, testemunhei o que estava acontecendo comigo e me afastei completamente. Eu só queria saber de dormir e não acordar mais. Com o fim do semestre, as provas vieram, eu fui aprovada e entrei de férias. Depois de 15 dias, eu consegui meus remédios e tentei voltar aos eixos.
Um dia, eu decidi ir a uma festa com meu irmão mais velho, para socializar e me divertir. Eu simplesmente fechei os olhos e dancei como se não houvesse amanhã. Sabe quando você sente que o mundo todo desapareceu ao seu redor? É assim que eu me sinto quando estou dançando. Eu estava voltando para casa de uber, quando comecei a refletir e percebi que não poderia desistir de viver. Tudo o que Deus faz é perfeito, então porque eu seria uma exceção? Eu não preciso ser desejada ou invejada por todos, se sou amada pelo único que realmente importa. Não seria alguém que se conforma e não tenta melhorar, muito pelo contrário, eu trabalharia justamente as partes nas quais eu ainda preciso me aperfeiçoar. Mas eu tentaria me enxergar como alguém que merece ser amada pelas pessoas, por Deus e por mim. Eu me senti vitoriosa quando voltei para igreja e testemunhei o que Deus estava fazendo na minha vida. A partir disso, eu conheci pessoas que estavam passando pela mesma situação que eu na igreja, mas que não se sentiam confortáveis para contar.
Todo mundo tem problemas e enfrenta tempestades, mas isso não quer dizer que devamos desistir de ser feliz. Nossos corpos foram feitos para vivermos da melhor forma possível, e não para serem adorados. Temos que buscar ser saudáveis e alcançarmos um equilibro, e não nos deixarmos levar por obsessões insanas pela busca do corpo perfeito. Muitas das fotos que vemos na internet, principalmente no Instagram, são editadas. Nunca desmereça o sofrimento de alguém por não compreender. Dizer que alguém com o peso normal não pode ter transtornos alimentares, é o mesmo que dizer que uma pessoa não pode ter depressão por ter motivos para ser feliz.
Ninguém é perfeito, temos perspectivas diferentes da mesma situação, mas independentemente de ser cristão ou não, precisamos aprender a amar, ter empatia, ficar feliz com o progresso do outro, motivar alguém a melhorar, ser honesto sobre como se sente e tratar aos outros como gostaria de ser tratado. Ser amigo não é deixar a pessoa fazer o que quer e se machucar, mas sim aconselhar com sabedoria e paciência. Perdoar é esquecer o erro de uma forma a conseguir amar a pessoa da mesma forma que amava antes. Cada um tem o seu tempo, então não cobre que as pessoas perdoem e enfrentem situações da mesma forma que você. Todo mundo merece ser amado e receber o carinho e a atenção que oferece aos outros. Empatia e compaixão não deve ser usada apenas no setembro amarelo ou quando alguém famoso se suicida. Ame mais, julgue menos, sorria para a vida e se permita tentar.
Para concluir, eu venho anunciar as mudanças que eu farei. Os textos e as poesias continuarão a ser postadas aqui, mas agora eu os divulgarei em outras plataformas também. Os textos serão postados na página do Facebook, que ainda está sendo organizada, e as poesias no Instagram. Vocês poderão continuar acompanhando tudo por aqui, mas eu penso que assim eu conseguirei um maior alcance das pessoas. Então se deseja continuar lendo o que escrevo, terá diversas maneiras de fazer isso. Eu não mais utilizarei heterônimos para compartilhar meus pensamentos, porque agora eu não sinto mais necessidade de me esconder ou fingir ser outro alguém. Luna, Giullia, Tiana, Morgana e Gabrielly continuam existindo, mas agora elas estão subentendidas na Gaba. O desafio de visitar 100 lugares em 1 ano será adiado temporariamente. Eu amo vocês e espero que possam entender o quanto esse semestre foi complicado para mim e como eu estive impedida de escrever. Eu amo o estar aqui e postar o que eu sinto, então agradeço por todos que estiveram comigo e que me permitiram chegar ate aqui.
Com muito amor e carinho,

Gaba

domingo, 7 de janeiro de 2018

Férias

(Este texto foi escrito e postado via celular, então erros de gramática e formatação devem ser desconsiderados)

        Olá, como vão vocês? Eu vou bem, obrigada. Neste momento eu me encontro na casa de minha vó, em Amambai - MS. Antes de viajar, eu havia programado um texto que deveria ter sido postado automaticamente ontem, mas nesses últimos dias eu mudei muito os meus conceitos sobre diversos assuntos e situações. Então eu decidi reescrevê - lo, todavia eu sinto que isso levará mais tempo do que eu havia planejado. Por isso, nas próximas 2 ou 3 semanas, não haverão postagens no Blog. Eu preciso retornar para Campo Grande e cuidar de alguns assuntos antes de querer realmente me sentar para escrever. Eu não quero fazer postagens apenas por obrigação, mas porque algo me deixou tão desconcertada ou apaixonada, que preciso debater ou expor isso para vocês. Espero que possam aproveitar seus momentos de descanso tanto quanto eu. Usem esse tempo para se organizarem, cultivarem momentos com amigos e familiares, conhecer novos lugares, experimentar sensações e se descobrirem ainda mais. Não sei quando vou realmente voltar, mas espero que possa trazer algo realmente bom. Não porque quero, mas porque preciso.

Com amor,

NEVES, G. L. L.

sábado, 30 de dezembro de 2017

A virada e o recomeço

(Este texto foi escrito e postado via celular, então erros de gramática e formatação devem ser desconsiderados)

Com uma música ou no silêncio, 
Dormindo calmamente ou na ansiedade acordado,
Tirando fotos ou só acompanhando,
Cada um o faz a sua maneira;

Em família, sozinho ou com os amigos,
Na praia, em casa ou no meio da rua,
Regado a vitórias ou arrependimentos,
Contando os segundos ou lamentando o que resta de tempo;

De vestes brancas ou coloridas, 
Ostentando ou na simplicidade,
Criando memórias e cultivando lembranças,
Nas rugas do tempo e na alegria da infância;

Crianças correndo
Para lá e para cá,
Em torno das mesas
Algumas humildes, outras fartas;

Os abraços dos irmãos, 
O carinho dos amigos,
Os beijos dos amores,
Os sorrisos, sem temores;

O coração seguindo o passo,
Com ou sem marca passo,
No compasso de uma dança,
Ou sangrando, aos pedaços;

Sozinho ou acompanhado,
Via Internet ou sentado do lado,
No comprimento contido ou no abraço apertado,
Na comunhão genuína, ou no sorriso forçado;

Pulando ondas, cruzando os dedos,
Orando, rezando ou desacreditando,
Fazendo planos e metas,
A espera de algo novo;

Amanhã é a virada do ano.
Tudo muda, ou não.
Depende de quem você foi e que pretende ser,
Nesses dias que se sucederão.

Independente de como passar,
Com sentimento de amargura ou com histórias boas pra contar,
Ano novo é sinônimo de recomeço,
De transformações a partir de atitudes de mudança;

Correndo pra frente, parado ou querendo voltar,
Tente ser melhor amanhã, do que o seu eu de ontem,
Pois o seu 2018 só será diferente,
Se você decidir mudar;

NEVES, G. L. L.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Blogmas 2017: Cartinhas e amigos


        Neste segundo semestre, eu participei de um projeto muito especial. Como membro da Corte Vermelha, eu conheci muitas pessoas fantásticas. Não sei se estes me permitem os chamar de amigos, mas com certeza eu os guardarei eternamente com um grande carinho em meu coração.
        O projeto em questão era o Halloween Penpals, que nada mais era que trocarmos correspondências no mês de outubro. Todos se inspiraram muito e as cartas foram extremamente criativas. De envelopes de chá e chicletes, a poesias de terror e amuletos da sorte. Mas acho que o item mais importante que as correspondências carregavam, foi o carinho. Mesmo que não fossemos próximos ou íntimos, lemos os blogs uns dos outros e buscamos ser os mais gentis e criativos que conseguíamos.
        Infelizmente, algumas das cartas se perderam, então eu não pude receber todas, mas quero compartilhar fotos das que chegaram. Não consegui ler tudo o que me escreveram ou receber todos os seus presentes, mas só de pensar que estas pessoas tiveram a preocupação de me escrever, me deixa mais do que feliz. Se puder, tire uns minutos para visitar seus blogs. Eu duvido você não se apaixonar pela forma de escrever da Camyli, criatividade da Isabelle, resenhas e dicas do Yuri ou pelo jeito da Luana ver o mundo.

 Blog da Luana
Carta da Luana
Resposta da Luana a minha carta


Blog do Yuri




Blog da Isabelle



Blog da Camyli

  


         Isso ainda me motivou a participar do amigo secreto de natal, então em 2018 eu posso ter mais histórias pra contar e blogs para recomendar. Mesmo que sua cartinhas não tenham chegado, quero deixar aqui os links pra os maravilhosos blogs dos outros participantes do projeto de outubro. Espero que amem tanto quanto eu.

Blog da Bruna

Blog da Cintia

Blog 1 da Kammylla

Blog 2 da Kammylla 

Blog do Wesley

         Esta foi a última postagem do Blogmas 2017. Não sei quanto a vocês, mas este período significou muito para mim. De certa forma eu me senti mais perto de vocês com cada comentário, seja aqui ou via redes sociais. Escrever não é o que faço, mas o que sou. Sem isso, eu simplesmente deixo de ser, estar e existir. Por mais que eu não mais esteja ativa, saibam que eu os amo e os desejo o mais tocante e único dos natais. A próxima postagem sairá ao meio dia do dia 30 de dezembro, então se puder e quiser, espero que possa retornar futuramente. Se cuide e até a próxima.

NEVES, G. L. L.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Blogmas 2017: O que aprendi com Red Band Society


        Eu não sei se você já ouviu falar, mas existe uma série que você PRECISA ASSISTIR, e seu nome é Red Band Society. Esta série de comédia dramática americana foi criada e veiculada pela FOX, desenvolvida por Margaret Nagle e baseada no drama espanhol "Polseres vermelles" (que se trata praticamente da mesma coisa). Esta teve sua estreia no dia 17 de setembro de 2014 e foi finalizada/cancelada no dia 7 de fevereiro de 2015. Você pode se perguntar o porque de algo tão fantástico ter sido abandonado, e a minha resposta simples: o mundo é um lugar horrível e injusto.
        A trama de uma temporada e 13 capítulos aborda as interações e os relacionamentos de um grupo de adolescentes, que vivem na ala pediátrica de um hospital, e é narrada por Charlie, um garotinho em coma que honestamente, parece ser mais inteligente e maduro que todos os outros personagens da série. Eu posso lhe garantir que ao fim de cada episódio você vai ter rido, se emocionado e aprendido uma lição que provavelmente vai anotar, compartilhar ou levar para a vida toda. O diferencial desta, com relação a outras séries médicas, é que o foco de RBS são os pacientes e não a equipe médica. Você vai aprender, se encantar um pouco com as personalidades e dilemas de cada um, e talvez possa se identificar com algum deles. Infelizmente esta obra prima divina não se encontra disponível na NETFLIX, mas há um site que disponibilizou os episódios para serem assistidos online (e não, o seu braço não vai doer por clicar e assistir em outra plataforma que não a NETFLIX). 
        Mas antes de disponibilizar o link, quero compartilhar o que eu aprendi com cada personagem. Não haverão spoilers significativos que poderão interferir na sua experiencia, então continue a leitura sem medo.


• Emma Chota: Ela me ensinou que aparência não é tudo. As vezes mantemos certos preconceitos com determinadas pessoas e condições, por acharmos que somos conhecedores e entendedores de todas as coisas. A condição de Emma carrega um estereótipo que é o completo oposto a personalidade e realidade da personagem. Nem sempre as coisas são como pensamos, nunca entenderemos plenamente os motivos que levaram alguém as escolhas que fez, mas não cabe a nós julgar e menosprezar a dor alheia. Outra coisa, é que não devemos simular ou atuar um bem estar que não é real apenas para agradar as pessoas. Tudo bem não estar bem, e ser honesto é o primeiro passo para caminhar em direção a melhora. Ninguém está ou merece estar sozinho. Nem sempre encontraremos pessoas que nos compreendam, mas nossos amigos, por mais suscetíveis a falhas que sejam, estão aqui para tentar. E assim como Emma, eu não sou normal e nunca o serei, todavia eu não encaro isto como algo ruim.
 

• Leo Roth: Leo me ensinou que ninguém é perfeito. Nós vamos conquistar muito ao longo de nossas vidas, todavia isso não faz de nós melhores ou piores que outro alguém. Independente se você é um astro do rock, um super atleta ou um simples adolescente, você é humano. Um ser que vai ganhar, perder, lutar e sofrer. Ninguém é de ferro, então tudo bem sentir medo as vezes. A vida não se trata de ser invencível ou inabalável, mas de se lembrar que, assim como você pode ser o que apóia alguém hoje, amanhã você pode ser o que necessitará de apoio. Ninguém pode ser o super herói que carregará o mundo de todos nas costas, então aposente sua capa e tente ser um cidadão normal que ajuda e é ajudado.
 

• Jordi Palacios: Com o Jordi eu aprendi sobre a importância de ter fé. Seja na medicina, nos seus amigos ou em Deus, acredite em algo, pois é isso que nos impulsiona pra frente. Viver na incredulidade me parece algo complicado, pois como eu posso continuar, se eu não tiver onde me apoiar? Porque para mim, a fé realmente tem o poder te mover montanhas. Com ele eu também aprendi que, nós não somos os nossos pais. Pais aprendem a sobre a paternidade no exercício da função, tanto quanto filhos só aprendem a serem filhos enquanto os são de fato. Por isso, ambos os lados irão errar constantemente até conseguirem aprender. Entretanto, por mais que o laço biológico e/ou afetivo nos ligue, eu não sou os meus pais, e muito menos os seus erros. Todos herdamos coisas de nossos pais, mas cabe a nós ficar com as coisas boas e jogar as más no lixo. Pois o mundo não precisa de filhos sendo cópias de pais, mas de gerações que, aprendendo com as falhas das anteriores, vão se aperfeiçoando e buscando se tornarem pessoas cada vez melhores.
 

• Kara Souders: Diferentemente da Emma, Kara me mostrou que ninguém é o que parece ser, e que as pessoas mudam. Não devemos nos deixar levar por primeiras, segundas e, dependendo da pessoa, vigésimas sétimas impressões ruins. Intimidade é algo relativo, pois alguns necessitam de 7 minutos para se tornarem intimos, quanto outros nunca o serão mesmo convivendo por 70 anos. Então não desista de ninguém, pois todos são capazes de melhorar. Não sabemos a história por trás do sorriso de cada um, então não se precipite. Você não precisa forçar uma amizade com alguém desagradável, mas respeite e seja agradável, ainda sim. As vezes, aquela peste só se mostrará como alguém incrível nos 45 minutos do segundo tempo. E também, aproveite sempre cada segundo ao lado de quem você ama. Nunca sabemos o que pode via a acontecer, então mesmo que estejam brigados, nunca permita que a última palavra trocada não seja uma de carinho. Por mais difícil que possa vir a ser, ame e se permita ser amado pelas pessoas. Todo mundo erra, mas ainda sim, todo mundo merece ser amado.
 

• Dash Hosney: Com o Dash eu aprendi que algumas pessoas podem realmente te surpreender. Nunca despreze o valor ou o grau de importância da ajuda de alguém. Os que observam e refletem tem tanto valor quanto os que efetivamente colocam a mão na massa. Existem os indivíduos que são como "livros abertos", e os que precisam ser lidos com muito cuidado para serem desvendados. Independentemente de qual seja o tipo, toda história merece ser lida e lembrada. Também, entre arriscar tudo por uma experiência momentânea  ou desistir para permitir um amanhã, escolha a segunda, principalmente se não é só o seu futuro que está em risco.
 

• Enfermeira Jackson: Com esta eu aprendi muito sobre o valor dos sacrifícios e a importância de manter a sua palavra. Entretanto, nunca faça algo de errado para manter uma promessa, ou isso pode te custar muito caro. Enfermeira Jackson também me mostrou que devemos dar segundas chances para as pessoas nos mostrarem quem realmente são, e que existem diversas formas de amar e demonstrar afeto. Há pessoas que verbalizam tudo o que sentem, enquanto outras com um olhar conseguem te transmitir sentimentos tão verdadeiros quanto. Cada um ama a sua maneira, então não espere que todos sejam tão intensos interna ou externamente quanto você. Apenas aceite o carinho que cada um pode te oferecer, independente da forma que vier.
 

• Dr. Adam McAndrew: Com ele eu aprendi que todos podem errar, e que independente de qual seja a sua posição, não se cobre a ponto de se julgar como o salvador da pátria, pois você não é. A vida não é sobre trabalhar sozinho e não se permitir errar, mas trabalharmos em conjunto, colocando nossas qualidades e defeitos lado a lado, dando o nosso melhor para que juntos possamos ajudar o máximo de pessoas que conseguirmos. Não conseguiremos salvar a todos, mas isso não deveria nos impedir de ao menos tentar.
 

• Brittany Dobler: Com seu sorriso doce, a Brittany me mostrou que pessoas ruins vão cruzar as nossas vidas, mas o que elas pensam de nós não deveria nos fazer duvidar de quem somos e de onde iremos chegar. Vamos cair muito durante o percurso, mas não devemos desistir. As críticas nos permitem melhorar, e as falhas nos ajudam a amadurecer. Por mais que muitos digam o contrário, com gentileza e carinho você pode sim salvar o dia.
 

• Kenji Gomez-Rejon: Com o Kenji eu aprendi que alguém pode ser divertido e responsável. Que as coisas podem se complicar, mas devemos manter o bom humor sempre.
 

• Dr. Erin Grace: Com ela eu entendi o poder do voto de confiança. Em alguns momentos, você escolher dar uma chance a alguém pode ser o início de uma transformação grandiosa. Devemos esperar, crer e confiar na melhoria das pessoas ao nosso redor.
 

• Charlie: Com este ser humaninho magnífico eu aprendi mais do que me relacionando com muitas pessoas. Charlie, mesmo em sua situação complicada e idade reduzida, carrega uma sabedoria consigo que chega a me emocionar. Qualquer um poderia culpar aos outros ou se revoltar, mas do começo ao fim, ele foi aquele que manteve a calma e escolheu confiar nas pessoas que estavam ao seu redor. Acho que as suas lições que mais podem ser ressaltadas, são sobre acreditar nas pessoas, o valor da amizade e que não devemos desistir. Com suas reflexões valiosas, Charlie também nos ensina sobre perdão, culpa, amor, ego, integridade, mudanças,  felicidade e tantas outras coisas. A cada episódio, eu me focava em seus pensamentos, pois eu sabia que com eles eu poderia aprender coisas importantes. Eu anotei algumas de suas falas, mas duas realmente vão ficar guardadas em meu coração:


"É outro exemplo de como as melhores coisas acontecem quando não tentam controlá - las. Para algumas pessoas, é fácil perder o controle. Para outras, nem tanto. Mas a verdade é: quanto mais temos a necessidade de controlar as coisas, mais as coisas começam a nos controlar."



"Sabe quando dizem, "o que não te mata, te fortalece?" Bom eu matei 495 no "World of Warfare". Modéstia a parte, mas o meu coma meio que me fez um herói. Essa é a questão... os grandes super - heróis, todos erguem - se de catástrofe. O Eixo do Mal ameaçando o planeta fez a Mulher Maravilha erguer - se. O Hulk nasceu de um vazamento radioativo, e tornou - se o homem mais forte do planeta. Os pais de Bruce Wayne morreram na frente dele, a sangue frio, e ele tornou - se o Batman. O mundo do Kal-El explodiu... literalmente... e ele tornou - se o Superman. Algo a se pensar quando as coisas parecem mais sombrias. Outra grande coisa sobre os super - heróis? Todos eles conquistam a garota."


        Se com isso você sentiu vontade de assistir, o link estará logo no fim da postagem. Caso contrário, ao menos de uma oportunidade. Não a série, mas a você mesmo de se surpreender e conhecer coisas novas que podem te enriquecer.

D'ANGELO, Giullia


 

ASSISTA AQUI


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Blogmas 2017: Desafios



        Desafios? Não é a toa que comecei o Projeto #100em1, pois sou apaixonada por tudo o que me tire da minha zona de conforto. Então decidi hoje recomendar alguns dos que comecei, terminei e dos que irei iniciar. Desafios musicais e literários são fantásticos pois te permitem compartilhar seus gostos e conhecer pessoas. Tanto as que pensam como você, como as que tem gostos completamente opostos aos seus. Mas tanto da semelhança quanto da diferença, pode nascer uma amizade. 





        Desafios fotográficos te permitem não apenas dar uma atenção diferenciada, mas de certa forma abrem os seus olhos para detalhes do seu dia a dia que você não percebia antes. Aquela incômoda luz que entra pela janela todos os dias pela manhã, pode se tornar o diferencial para uma fotografia. E aquele muro grafitado pelo qual você passa diariamente depois do trabalho pode se tornar o foco da sua criação do dia. Se ainda não viu o resultado deste, acompanhe aqui.



        Desafios mais pessoais te ajudam a enxergar, não o mundo, mas você de outra maneira. Aquela marquinha de nascença, os seus hábitos quase imperceptíveis, a diferença de altura entre você e o seu irmão, a curvinha do seu sorriso e até o tamanho das suas mãos podem ser o assunto do dia. Não é preciso ser vaidoso ou narcisista para se desafiar dessa maneira, mas ter a mente aberta para buscar entender o ser mais misterioso e fantástico de todos: você.



        Além destes, ainda existem aplicativos que podem te proporcionar uma nova experiencia. Alguns te permitem interagir com pessoas e acompanhar o seu progresso, como o "Desafios e Hábitos: Thirty". Eu comecei a utilizar este com meu melhor amigo, mas a rotina universitária não nos permitiu continuar.



        Gostaram? Se interessaram? Conhecem outros desafios tão curiosos quanto estes? Comentem aqui e compartilhem com amigos que assim como eu "não recusam um bom desafio".

DEXTER, Tiana

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Blogmas 2017: Aceitação e a história do meu cabelo

agosto de 2004

        Desde bem pequena, eu tive problemas para lidar e gostar do meu cabelo. Isso se dava ao fato de eu não saber  arrumar o mesmo. Há 15 anos não existiam tantos produtos disponíveis e acessíveis no mercado para o cuidado específico de cabelos crespos e cacheados, sem falar que minha mãe tem cabelo liso, então eu passei anos invejando a praticidade e o caimento das madeixas dela.

começo de 2010

        Eu passava a maior parte do tempo com o cabelo preso ou o entupia de creme, pois como eu já disse, não sabia lidar com ele. Eu usava escovas que o deixavam com muito frizz e sem definição alguma. Até que um dia minha mãe me levou ao salão de beleza e a cabeleireira me deu duas alternativas: relaxamento, que tiraria a maior parte do volume que eu abominava, ou cristalização, que não tiraria tanto volume, mas deixaria os fios com mais brilho. Por não entender muito, acabei optando pela primeira opção.

novembro de 2011  
        Eu fiz o processo e o repeti por cerca de dois anos. Nas primeiras vezes, eu gostava do resultado, e principalmente por escovar o cabelo no fim da aplicação. Só que depois de um tempo, o resultado foi ficando desagradável e insatisfatório. O que antes eram cachos soltos e largos, começaram a se tornar ondas volumosas e estranhas, sem falar que os produtos químicos fediam a lixo. 

outubro de 2013
        No fim dos dois anos, quando eu já estava no primeiro ano do ensino médio, eu pedi uma progressiva de aniversário para os meus pais. A minha cabeleireira na época não achou muito recomendado, dado o estado do meu cabelo, então eu fui a outro salão e fiz. Depois de um mês eu cortei a franja, o que honestamente foi uma das piores coisas que eu já fiz. Era quase verão, então estava muito quente. Com o calor, eu transpirava, minha testa suava e a franja colava na minha cara.

fevereiro de 2015

        Eu me lembro bem de que em toda vez na qual eu iria retocar a química, minha mãe me pedia para cortar o cabelo. Mas como eu sempre fui apaixonada por mim de cabelos longos, só cortava dois dedos e o mantinha na cintura. Eu retocava a cada três meses, o que me custava R$ 1000 reais por ano. Eu tenho asma, então a cada retoque eu saia do salão praticamente sem conseguir respirar, devido ao cheiro forte dos produtos químicos. Por não fazer hidratações regularmente, os fios foram ficando danificados e no dia 30 de janeiro de 2015 eu fiz progressiva pela última vez. 

maio de 2015
        Depois de parar com o alisamento, eu decidi tentar voltar aos cachos, entrando assim em transição capilar. Admito que não foi um processo rápido ou fácil, ainda mais pra mim. Eu não sou do tipo que gosta de se arrumar muito, mas gosto de me sentir bonita, como qualquer outra pessoa. Neste período, eu aprendi a fazer penteados e tranças, além de texturizar a parte lisa.

agosto de 2015
        Sair na rua com a raiz cacheada e os fios alisados era torturante. E como eu estava no último ano, queria tirar fotos com os meus amigos e ter boas recordações das cerimônias de formatura. Eu não tive coragem de cortar tudo de uma vez, por mais que tivesse vontade, então no meu aniversário de 17 anos eu optei pelo comprimento nos ombros, pela primeira vez.

novembro de 2015
         No dia do baile de formatura, eu paguei para uma senhora fazer um penteado e maquiagem em mim. Eu não havia dormido na noite anterior por ansiedade pela festa, o que me levou a cochilar enquanto era arrumada. Eu expliquei para a senhora que estava em transição mais de uma vez, por ela ficar se oferecendo para fazer alisamentos no meu cabelo. Eu me lembro da moça me perguntar se podia aplicar um produto para "amaciar" meu cabelo e facilitar o trabalho. Eu disse que sim, já que estava caindo de sono e pensei que não haveria mal algum, certo? Mas quando cheguei em casa na manhã seguinte ao baile e tentei lavar o cabelo, descobri que a senhora havia passado um alisante na minha franja, mesmo que eu estivesse em transição.

março de 2016
         Depois do fim do ensino médio, eu me classifiquei no SISU, mas só iria começar o curso em maio. Eu quase não saia de casa nesse período, então não tenho muitas fotos. Mas um dia, em um surto que não se sabe se foi de coragem ou loucura, eu cortei sozinha todo o comprimento ainda alisado com uma tesoura escolar. Cortei tudo errado e meu cabelo está torto até os dias de hoje, mas eu não me arrependo de ter feito isso. Tudo torto, mas era eu. E pela primeira vez em anos, eu me senti livre.


setembro de 2016

        Eu ainda estava com a franja alisada, que eu revezava entre cachear e prender com grampos. Em setembro, durante uma aula de fotografia, nós tiramos fotos uns dos outros, e eu as utilizei por muito tempo. Meus cachos não tinham muito volume, mas estavam crescendo cada vez mais.

agosto de 2017

        Com o tempo, e comecei a prender a tal franja de outras formas e fui tirando o resto de alisamento aos poucos.

setembro de 2017
        Uma das coisas que mais me ajudaram durante todo esse tempo de mudanças foram as hidratações, nutrições e reconstruções. Confesso que eu não consigo manter um cronograma regular de cuidados, mas sempre que me lembro e posso, tento dar uma atenção especial aos meus cabelos.

novembro de 2017
        Uma ferramenta que eu descobri e se tornou um dos meus maiores aliados foi o café. Eu coloco três colheres de borra de café (o pó que sobra no filtro) no meu shampoo, e isso fez os fios crescerem muito mais rápido que o habitual. E não apenas eu notei a diferença, como as pessoas que me cercam. Aprenda aqui.

atualmente
        Não apenas cuidar, mas é preciso tentar amar cada pedacinho seu. Eu levei muitos anos para entender isso, o que me custou tempo, paciência e dinheiro. Você não precisa ser a cópia de outro alguém para ser bonito ou incrível, apenas seja você. De cabelo longo, curto, rosa, laranja, trançado ou raspado. Se não gosta de algo que pode ser mudado sem afetar a sua saúde física, psicológica, emocional, espiritual ou financeira, mude. Se não for possível, tente encarar de outra perspectiva. As vezes, o que pra você pode parecer um problema, pode ser ser algo magnifico, mas que você está olhando do ângulo errado. 
        E essa foi só uma parte da história, pois eu já descolori o cabelo, tive uma franja loira, tentei ficar ruiva (o que deu muito errado), e sem falar dos projetos que ainda não saíram do papel como as box braids azuis, cacheado e platinado, mechas coloridas, side cut ou até mesmo raspar por completo (sim, já considerei todas as opções). Quem sabe como estará o meu cabelo quando eu voltar? Se estamos em constante transformações, tanto internas quando externas, porque permanecer de uma forma se podemos ser infinitos?

GARCÍA, Luna

 

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Blogmas 2017: Projeto #100em1 e afastamento indeterminado




 

(Este texto foi escrito e postado via celular, então erros de gramática e formatação devem ser desconsiderados)

        Olá, como estão? Nós estamos bem. Esses foram dias bem movimentados para todas nós. Tiana esteve escrevendo um artigo científico, Luna participou de um torneio de dança, Giullia passou muito tempo sendo a palhaçada da turma, Morgana começou a fazer terapia e Gabrielly tentou cuidar de todos ao seu redor. Isso sem falar do Blogmas que está quase no fim, mas que foi tão cansativo quanto prazeroso. Nós estavamos acostumadas a escrever um texto por semana, então preparar 24 publicações em 24 dias nos deixou completamente exaustas, mas acredite, se preciso fosse, faríamos tudo novamente.
        Hoje nós estaremos finalmente saindo de férias. Iremos para a casa de nossa avó, que honestamente é a pessoa mais forte e fantástica que conhecemos. Aproveitando a oportunidade, iremos dar início ao projeto 100 em 1, que consiste em visitar 100 lugares novos em um ano. Nossa intenção é o fazer de 20 de dezembro de 2017 a 20 de dezembro de 2018. Acredito que está será uma ótima motivação para deixarmos o conforto de nosso lar, e tentarmos obter novas experiências. Este projeto foi criado pela Claudia Hi, e nós pedimos autorização para tentar o realizar também. Este tem suas regras que serão melhores explicadas no fim da postagem. Será que dará tudo certo? Aguarde pelos próximos capítulos.
        Como mencionamos anteriormente, nós estamos muito cansadas e acredito que esta viagem tem tudo para ser uma oportunidade para descansarmos nos desligarmos um pouco de toda essa agitação. Então tomando uma de nossas grandes amigas como inspiração, e aproveitando que estamos partindo para uma cidade no interior, decidimos tomar uma distância para respirar. Como já dissemos, o Blogmas está quase no fim, então deixamos publicações preparadas para os dias 21, 22, 23, 24 (fim do Blogmas), e para os sábados seguintes. Não se tratam de grandes textos motivadores como as últimas publicações, mas de coisas mais tranquilas, simples e gostosas. Se tiver interesse e disponibilidade, lembre se de acessar o Blog as 12h ou 13h (dependendo do seu fuso horário), ou se inscreva para receber as notificações por email.
        "Mas então no que consiste este afastamento?" No texto do dia 18, foi abordado sobre como ajudar as pessoas pode te ajudar, todavia nem sempre estamos bem o suficiente para ajudar aos outros. Tirar um tempo para se cuidar não é egoísmo, mas maturidade, pois é melhor ser honesto e se afastar, do que acabar sendo uma influência tóxica na vida das pessoas. E tomando isto por princípio, nós decidimos nos afastar das redes sociais (ou da maioria delas). A idéia inicial era não avisar, mas para evitar discussões desnecessárias, achamos melhor deixar todos "notificados". Nós vemos a solidão como algo útil se for bem aproveitada, e é o que faremos. Não será um período de isolamento completo em um quarto escuro, depressivo e sombrio, pois continuaremos saindo de casa e vivendo nossas vidas. Talvez a Tiana volte a tentar aprender a tocar violão, a Luna se dedique mais a dança, a Gabrielly se reaproxime de Deus, Giullia assista a mais animações ou a Morgana entenda mais sobre si mesma. O fato é que PRECISAMOS desse tempo sem comunicação virtual, já que está quase se tornando um "vício" para nós. Quem realmente precisar saberá onde nos encontrar, então não se preocupem. Nós continuaremos com o mesmo número de telefone e habitando no mesmo endereço. O Blog não vai parar, bem como nossas vidas. Talvez vamos parar com a divulgação dos textos, então se puder e quiser o fazer, compartilhe - os em suas redes sociais. Então a partir de amanhã, e até não se sabe quando, nos procurar via WhatsApp, Facebook ou Instagram é algo inviável. Ficaremos bem, espero que vocês também.
        Em 2018, os textos serão mais definidos e separados, diferentemente das colaborações que houveram no Blogmas. Por hora os desejamos um ótimo fim de ano, boas festas e excelentes férias. Esperamos que possamos nos encontrar novamente no futuro. E lembre - se, independente de quem você é ou do que você possa ter feito, você vale a pena.


Sobre o projeto 100 Lugares em 1 Ano | #100em1

Começo e fim

Esse projeto começará no dia 20/12/2017 e se encerrará dia 20/12/2018.

Regras

Lugares que poderão ser contados:

- Peças de teatro diferentes (mesmo que seja no mesmo teatro);
- Shows e eventos diferentes no mesmo lugar (ex. show num restaurante que você já foi);
- Restaurantes/eventos/atrações no mesmo shopping;

Lugares que NÃO serão contados:

- Cidades/Estados/Países não contam (e sim os lugares que nós formos nesses locais);
- Lugares já visitados e contados no projeto;
- Lugares recorrentes como trabalho, escola, cursos, supermercados;
- Dentro de um local já contado (ex. lanchonete dentro de um parque, porque já foi contado o parque);
- Filmes diferentes no mesmo cinema (diferente do teatro, não conta ver filmes no mesmo cinema);
- Lojas em geral (a não ser que seja uma loja muito diferentona que valha a pena estar aqui);


NEVES, G. L. L.
D'ANGELO, Giullia
GARCÍA, Luna
WYDLOCK, Morgana
DEXTER, Tiana